Quem faz parte dessa história

Carlos Castelo

Carlos Castelo é um dos criadores do grupo de humor musical Língua de Trapo.  Como cronista, compositor ou publicitário escreve desde os anos 1980 para qualquer meio: jornais, revistas, rádio, sites, música, cinema e publicidade.

Suas primeiras produções apareceram na grande imprensa na coluna Antena do Caderno 2 de O Estado de S.Paulo. Colaborou ainda com Playboy, Sexy, Jornal da Tarde, Exame VIP, O Pasquim, Caros Amigos, entre outros.

Hoje assina a coluna ‘Crônica por quilo’ no Estadão.

Entre os dez livros que lançou – de infantis à romances policiais, passando por crônicas e aforismos  – está Clássicos de mim mesmo. “Uma obra para rir com o cérebro, com a boca, com o corpo inteiro.”

Daniel Cariello

Daniel Cariello já foi office-boy, guitarrista e recladista em banda de rock, jornalista e publicitário. Queria ser reconhecido pela música, mas ganhou prêmios nacionais e internacionais escrevendo para revistas e agências de propaganda.

Desde 2007, tornou-se cronista para veículos como Le Monde Diplomatique, Outras Palavras e revistas Meia Um e Veja Brasília. Atualmente, publica crônicas e histórias em quadrinhos sem desenhos (!) no portal Metrópoles.

Já lançou dois livros pelo selo Longe, ambos best sellers na Amazon: Chéri à Paris – Um brasileiro na terra do fromage e Cidade dos Sonhos – crônicas brasilienses.

Mário Prata

Mario Prata é um escritor, dramaturgo, jornalista e cronista brasileiro. É natural de Uberaba, Minas Gerais, mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins, interior de São Paulo. Em mais de 50 anos de escrita, tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais. Na carreira, recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão.

Roberto Klotz

Roberto Klotz é um engenheiro que saltou do topo do prédio recém-construído e estilhaçou-se em parágrafos. Nasceu no século passado. Bem-humorado, crítico, vacinado, analfabeto, irônico, paulistanamente candango. Suas histórias muitas vezes têm finais surpreendentes. Enquanto aprendia a cozinhar, escreveu Pepino e farofa, um livro de aventuras culinárias, engordou de tantas pizzas encomendadas. Para perder peso, o médico recomendou que caminhasse. Durante as caminhadas encontrou elefante, lâmpada mágica, cão bravo, pegadas de onça, muito cocô e 45 motivos para exercitar o bom humor em Quase pisei!

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